Conversas de botas batidas
Agora eu sou tão ocaso! _ Manoel de Barros
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
É que
o amor é essêncialmente perecível
, e na hora em que nasce começa a morrer. Só os começos são bons. Há então um delírio, um entusiasmo, um bocadinho do céu. Mas depois... Seria pois necessário estar sempre a começar, para poder sempre sentir?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário